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Origem do ube

Para compreender o ube, é preciso primeiro viajar. Rumo às Filipinas, um arquipélago de mais de sete mil ilhas banhadas de sol, onde este inhame roxo é amado há gerações.

A sua história é a de uma raiz tornada tesouro.

Paysage tropical des Philippines, terre d'origine de l'ube

Um inhame nascido sob os trópicos

O ube cresce no calor húmido das Filipinas, em terras férteis banhadas de chuva e de sol.

Botanicamente, é o tubérculo de uma liana trepadeira (Dioscorea alata). A planta enrola-se em direção à luz enquanto, debaixo da terra, a raiz engrossa lentamente durante vários meses até à colheita.

Esse tempo longo é o segredo da sua riqueza: o ube não tem pressa. Leva o seu tempo a desenvolver a sua cor e o seu aroma, ao ritmo da terra tropical.

🌿 Porque é importante?

Este clima quente e húmido é insubstituível. É ele que dá ao ube a sua polpa densa e a sua cor profunda, difíceis de reproduzir noutro lugar.

Vue aérienne de l'archipel des Philippines, mer turquoiseAs Filipinas, terra de origem do ube
A sua terra

Um arquipélago, mil terroirs

Mais de sete mil ilhas, um mesmo amor pelo ube.

Dos arrozais de Luzon às colinas das Visáias, o ube cultiva-se um pouco por todo o arquipélago. Cada região tem os seus hábitos, as suas variedades, as suas receitas.

Mas uma ilha distingue-se pela qualidade do seu ube: Bohol, pátria da variedade mais apreciada, o Kinampay.

Descobrir o Kinampay

Um tubérculo ancestral

Muito antes dos cafés e das redes sociais, o ube já lá estava.

Como a maioria dos inhames, conta-se entre as mais antigas plantas alimentares do Sudeste Asiático e do Pacífico, cultivado há séculos como alimento básico. Nutritivo, fácil de conservar, atravessou as gerações.

Ao longo do tempo, passou do estatuto de alimento do dia a dia ao de ingrediente de festa, celebrado pela sua cor e pela sua doçura.

💜 Sabia?

«Ube» (ou «ubi») significa simplesmente «inhame» em filipino. Um nome muito simples para um ingrediente tornado culto nos quatro cantos do mundo.

Igname ube Kinampay coupée, chair violet intenseO Kinampay, a variedade rainha
A variedade rainha

O Kinampay, o ube dos grandes dias.

Nem todos os inhames roxos são iguais.

O mais procurado está associado à ilha de Bohol: o Kinampay. Um aroma mais delicado, uma cor mais profunda, uma finura que faz dele a referência.

Lá, reserva-se para as grandes ocasiões. É o ube dos dias que contam, e o que escolhemos para a Ube Time.

Porquê escolher o Kinampay?

O ingrediente dos grandes dias

Nas Filipinas, o ube transmite-se de geração em geração, como um segredo de família.

Cozinha-se sob mil formas: a ube halaya, um doce cremoso e brilhante; o halo-halo, essa sobremesa gelada cheia de cores; o hopia, um pequeno folhado recheado; a ensaymada, um pão doce fofíssimo. Sem esquecer os gelados e os bolos de aniversário.

Nas festas, no Natal, nas grandes mesas, a sua cor roxa é por si só uma celebração. Cada dentada desperta uma memória de infância.

🇵🇭 O momento Filipinas

O gelado de ube e o halo-halo estão entre as sobremesas mais amadas do arquipélago. Impossível imaginar uma festa sem um toque de roxo.

Poudre d'ube kinampay violet foncé des Philippines dans un bol avec une cuillère en boisUma colher, toda uma viagem
A sua viagem

Da raiz ao pó.

Como um inhame se torna o ingrediente da sua chávena.

Depois de colhido, o ube é limpo, cozido e depois seco antes de ser reduzido a um pó fino e perfumado.

Sob esta forma, conserva-se muito tempo, mantém toda a sua cor e doseia-se à colher. É a forma mais simples de reencontrar, aqui, o sabor das Filipinas, lá onde o tubérculo fresco viaja mal e conserva-se pouco.

Ver o nosso pó de ube

Das Filipinas ao resto do mundo

Durante muito tempo, o ube manteve-se um segredo bem guardado do Sudeste Asiático.

Depois, em meados da década de 2010, a sua cor espetacular conquistou os cafés, as pastelarias e as redes do mundo inteiro. Primeiro nos Estados Unidos, levada pela diáspora filipina, depois um pouco por toda a parte. Hoje, saboreia-se um ube latte em Manila como em Paris.

O que era apenas um ingrediente de festa local tornou-se um fenómeno mundial, sem nunca perder a sua alma.

O ube hoje, entre tradição e tendência

Tornado tendência, o ube atraiu também as imitações: pós coloridos, aromas artificiais, variedades genéricas.

Na Ube Time, fizemos a escolha inversa: manter a fidelidade à origem. Um ube autêntico, da variedade Kinampay, sem corante nem aditivo, declinado em pó para preparar e em cápsula pronta em trinta segundos.

A tradição das Filipinas, na sua chávena, sem o menor compromisso.

➡ Continue a sua descoberta

Para ir mais longe: o que é realmente o ube, porquê escolher o Kinampay, ou o segredo da sua cor roxa.

Vontade de provar?

A origem na chávena é ainda melhor. Para compor com o nosso pó, ou pronta em 30 segundos com as nossas cápsulas.

Explorar todo O Guia Ube

FAQ

As suas perguntas sobre a origem.

De onde vem o ube?

O ube é originário das Filipinas, onde é cultivado há séculos e faz parte da cultura culinária local.

Desde quando é o ube cultivado?

Há séculos: como a maioria dos inhames, conta-se entre as mais antigas plantas alimentares do Sudeste Asiático e do Pacífico.

O ube cresce em Portugal?

Não, o ube precisa de um clima tropical, quente e húmido. É importado, na maioria das vezes sob a forma de pó.

O que é o Kinampay?

É a variedade de ube mais apreciada, associada à ilha de Bohol, reputada pelo seu aroma e pela sua cor.

Como chega o ube até nós?

Depois de colhido, é cozido, seco e depois reduzido a pó fino, que se conserva muito tempo e mantém a sua cor.

Porque é o ube vendido sobretudo em pó?

Porque o tubérculo fresco viaja mal e conserva-se pouco. O pó mantém a cor e o aroma todo o ano, e doseia-se facilmente.

Desde quando é o ube conhecido no mundo?

É tradicional nas Filipinas há séculos; a sua popularidade mundial disparou em meados da década de 2010, impulsionada pela sua cor.

Em que pratos se encontra o ube nas Filipinas?

Sobretudo em sobremesa: ube halaya (doce), halo-halo (sobremesa gelada), gelados, pães doces e bolos de festa.